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outubro rosa: o importante é ter cuidado para prevenção e ter uma boa orientação.

Reconstrução de mama recupera autoestima de mulheres vítimas de câncer

Outubro Rosa tem como objetivos alertar para a necessidade de exames periódicos, facilitar o diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura

O Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos de câncer em 2018. Esses números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) e mostram que o tipo mais frequente será o câncer de pele não melanoma, atingindo 165 mil pessoas. A segunda posição é ocupada pelo câncer de próstata, em homens e de mama, em mulheres.

A neoplasia mamária será diagnosticada em 59 mil pessoas do sexo feminino e por atingir um número expressivo da população, sua forma de prevenção e tratamento ganham destaque e importância. Com esse foco nasceu o Outubro Rosa – campanha que tem por objetivo alertar para a necessidade de que se façam exames periódicos, para facilitar o diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura. O programa também incentiva o autoexame das mamas, no qual a mulher pode, através do toque, identificar o aparecimento de alguma anormalidade na região.

Mesmo com o incentivo à prevenção, o câncer não escolhe raça e nem condição social. Ele é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas e que passam a multiplicar células anormais descontroladamente.

O tratamento para o câncer de mama varia de acordo com o grau de desenvolvimento do tumor, podendo ser feito através de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia. Outros fatores que podem influenciar na escolha do tratamento são as características do tumor e características da mulher, como se ela já entrou na menopausa e se existem outras doenças associadas ou não.

A cirurgia é indicada para qualquer tipo de tumor, independente do tamanho, pois remove muitas células cancerígenas, aumentando as chances de cura e facilitando o resto do tratamento. O tipo varia de acordo com o tamanho do tumor, sendo que a mastectomia radical ou total, na qual a mama é retirada completamente e só é utilizada nos casos mais graves quando o câncer está espalhado. Nos outros casos, geralmente é apenas removida a parte da mama onde se encontra o tumor, sendo conhecida como mastectomia parcial.

Independente do tipo de cirurgia, a mulher pode optar por fazer a reconstrução da mama no mesmo procedimento, o que é chamada de reconstrução imediata. Nesse caso, a paciente é operada apenas uma vez e passa por um único período de recuperação. Isso pode também evitar a experiência de ter só uma mama ou nenhuma. A reconstrução tardia permite que a mulher se concentre primeiramente na recuperação da doença e na retomada da sua saúde, tendo mais tempo para considerar e se informar sobre as opções de que dispõe sobre a reconstrução mamária”, explica o cirurgião plástico, doutor Luis Rossetto.

Ainda de acordo com o especialista, a reconstrução é um processo que requer a tomada de muitas decisões. Talvez a pergunta mais importante a ser feita seja: a reconstrução mamária é apropriada para o meu caso? Para dezenas de milhares de mulheres com história de câncer de mama, a resposta é sim. Algumas acham que perderam a feminilidade ou não se sentem mais completas. Para elas, a reconstrução é um bom modo de se sentirem melhor consigo mesmas e dar um novo começo às suas vidas”, reflete o doutor.  

De forma geral, a reconstrução mamária tem por objetivo restabelecer a estética corporal e melhorar a autoimagem da paciente, restaurando o volume perdido e assegurando simetria. As pacientes submetidas ao procedimento demonstram em sua evolução a possibilidade da mulher mastectomizada incorporar ao tratamento do câncer de mama conceitos de qualidade de vida, trazendo benefícios físicos, psicológicos e sociais”, finaliza doutor Luis Rossetto.

saiba mais sobre reconstrução de mamas:

https://www.mentorimplantes.com.br/sites/default/files/pdf/LATAM-PORT_Folder_Pacientes_Reconstrucao_bx.pdf

PS: Não temos nenhum conflito de interesse, apenas são dados ilustrativos para poder informar o paciente!

Sobre o Dr. Luis Rossetto

Com mais de 30 anos de experiência em Cirurgia Plástica, o doutor Luis Antônio Rossetto iniciou os estudos na Faculdade de Medicina de Marília. Já instalado na cidade de São Paulo, realizou duas residências médicas: a primeira em Cirurgia Geral no Hospital Heliópolis e a segunda em Cirurgia Plástica no Hospital Brigadeiro.

Se formou mestre e doutor pela disciplina de Cirurgia Plástica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Hoje, o profissional é especialista em Cirurgia Plástica e titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Também é membro da American Society of Plastic Surgeons.

Atua como médico do corpo clínico dos principais hospitais de São Paulo, com destaque para o Albert Einstein, Sírio Libanês e 9 de Julho entre outros. Também atende em clínica especializada, localizada em região nobre da capital paulista.

Informações imprensa:

 Atendimento | Ana Paula Giorgetti – 11 993089153 – anapaula@tudoempauta.com.br
Coordenadora de Atendimento Ana Carolina – anacarolina@tudoempauta.com.br
Diretora de Operação| Patrícia Saraiva – patricia@tudoempauta.com.br
Diretora Executiva| Erika Digon – erika@tudoempauta.com.br


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